dia d sol

Sem o SOL não sobreviveríamos.

Sol, por este ser, para qualquer animal ou planta vivente neste planeta, “o” alimento que nos nutre e constitui ou simplesmente a “essência” que nos vitaliza.

E o que fazer naqueles meses do ano em que o dito cujo, o Sol, parece querer tirar uns largos dias de férias?  O nosso corpo e o nosso espírito necessitam da “sunshine vitamin” (a vitamina D) para viver. Extraímo-la do Sol, sendo que na sua ausência há algumas actividades ou emoções que estimulam a sua produção pelo próprio organismo (através do exercício físico, por exemplo ou até mesmo pelo uso de uma roupa nova/ diferente).

Não sendo um químico que fabriquemos “espontaneamente” no nosso corpo (mas do qual precisamos, e todavia nos confere bem-estar, força, leveza e a sensação de felicidade), nos dias cinzentos ou de chuva é fundamental procurarmos de alguma maneira vias quotidianas de o substituir. Não é por acaso que durante os dias menos luminosos parece que nos sentimos mais cansados, menos ágeis, ou que nos custa levantar da cama ou até estar bem-disposto! Parece que é com maior esforço, inclusive, que sorrimos, não é? Sim… não acontece apenas consigo…sorriu agora?

Tanto o exercício em excesso ou insuficiente destrói a força de um indivíduo, assim como comer e beber em excesso ou de forma insuficiente destrói a saúde, enquanto que a quantidade certa produz, aumenta ou preserva-a.

Assim também o é com a temperança, a coragem e outras virtudes. Torna-se claro portanto, em toda a nossa conduta é o meio que deve ser buscado. Assim, se está com frio, procure calor, se se sente preso, procure movimento, se lhe apetece chorar, veja uma boa série de humor! Os nossos sentidos guiam a relação que estabelecemos com o mundo que nos rodeia. Infelizmente, na correria habitual do dia-a-dia entramos facilmente em modo de funcionamento “automático”, mecanizando os nossos movimentos e acções para a rotina diária, e desligando a experiência autêntica do sentir e do sentir-se bem. E essa tendência vê-se de alguma forma intensificada durante a “época fria”, na qual tendemos a ver o mundo em tons mais cinzentos, monótonos, descolorido e triste, assim como a nossa própria vivência… Lembre-se que quando assim é o melhor que tem a fazer é “reanimar” os seus sentidos para contrariar estes padrões “cíclicos”, impostos por si ou pelo “clima”.

Precisamos de nos ligar ao mundo envolvente de uma forma autêntica e plena. Direccionando estas experiências para as preferências de cada um, precisamos de nos sintonizar com o mundo colorido através dos nossos sentidos, colorindo assim a nossa vivência e restabelecendo o nosso bem-estar.

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