estado do coração

A maior parte das pessoas tem por hábito arranjar-se a cada dia. Antes de sair de casa, para ir para algum encontro ou compromisso, é costume por exemplo pentear o cabelo. Vestir roupa adequada, calçar, enfim, preparar-se e munir-se daquilo que, por um lado, abriga o corpo, e por outro, aprimora ou embeleza o corpo de cada um.

E se, tal como arranjamos o cabelo, tivéssemos sempre o hábito de arranjar o coração? E porque não? Pelo dia todo, é importante prepararmo-nos da melhor forma para sabermos como fornecer-nos a nós próprios das doses de calor e energia tão indispensáveis para nos podermos sentir, tanto quanto possível, quentes e confortados para enfrentar o dia.

Os hábitos quotidianos mudam-se, as pessoas esfregam as mãos e procuram um café fumegante ou uma bebida energética (ex.: XS Power Drink) que as reanime e ajude a enfrentar as horas que vem. Provavelmente, muitos de nós se têm sentido algo agitados ou inquietos por alguma razão, ou sem motivo aparente sequer… como que mais “levados” a sentir… mais reflexões e sensações ora gentis ora inquietantes, por vezes nostálgicas, outras vezes trágicas! Estas reflexões são da máxima importância porquanto nos devolvem o sentimento de “onde é que eu cresci e fui feliz/durante este ano?” ou, pelo contrário, “que pedras no caminho ou obstáculos me impediram de crescer e avançar/curar?”. Por outras palavras, durante estes dias que balanço fazer ou conclusões a retirar de como tem corrido a sua vida? As suas ‘sombras’ estão pronunciadas? A sua ‘luminosidade’ adormecida? Vejamos.

Comecemos por entender e aceitar que a natureza gosta de nos convidar a olharmos para nós.Porque é que o medo e a inércia se hospedam indefinidamente em nós? É fácil ficar triste, difícil é permanecer confiante e alegre… Porque queremos buscar coisas desnecessárias para nós e acabamos muitas vezes meros anúncios ambulantes? Valemos o quê? A sobrevivência não é nem deve ser a qualquer custo. Tudo tem o seu preço, e as escolhas que fazemos também. Há tanta confusão, tanto barulho, por nada ou coisa nenhuma, que não ouvimos nem a nossa voz nem a da que nos guia. É importante contemplar, balancear, agradecer e celebrar a vida. Uma nova fase, que traz em si mais uma nova chance de melhorarmos o que temos a melhorar e de curar o que temos a curar. Em nós, nas nossas relações, na sociedade e no mundo em geral. Para dar mais sentido ao que é isto de descobrir a diferença entre “viver” e viver.

O coração pede-o, a toda a hora, em todos os dias. No Inverno as cascas fecham-se, sentimos precisar de mais protecção e o universo parece continuar a evoluir… A tarefa desafiante nestes dias será estabelecer uma longa conversação com nossa interioridade… No fim de contas, será que conseguimos perceber que precisamos de pouco para viver? Esse pouco que é “o” Muito, o tanto, o enormemente importante, que é tudo…? by Márcia Quintã, http://www.smilingdress.com

 

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